<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653</id><updated>2012-02-16T16:48:36.992-08:00</updated><title type='text'>Palavras ao vento</title><subtitle type='html'>Que as palavras jogadas ao vento possam atingir os mais diversos ouvidos, nos mais diversos sons e tons e que tragam, acima de tudo, as mais diversas verdades.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-2551320197634618828</id><published>2007-08-22T09:50:00.000-07:00</published><updated>2007-08-22T09:54:04.081-07:00</updated><title type='text'>E você, tem experiência?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc33cc;"&gt;Amigos, li este texto no Blog da minha querida amiga Thais Torres. Não poderia deixar de publica-lo, pois é muito bom. Quem quiser, pode visitar o blog da Tatá, que também é excelente. O endereço é: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sorrisosplasticosvblog.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc33cc;"&gt;http://www.sorrisosplasticosvblog.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Confiram aí e depois me falem se o autor do texto não tem razão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;*********&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você tem experiência?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Recebi esse texto por e-mail e gostei tanto que resolvi publicar aqui. Ele mostra que realmente devemos ser ousados, mesmo que isso vá contra todas as regras impostas pela sociedade. Ser ousado incomoda, incomoda, incomoda muita gente, mas têm as suas recompensas. O texto abaixo ilustra isso. Trata-se de uma redação escrita em um processo de seleção da Volkswagen, em que os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem experiência?&lt;br /&gt;Vale a pena conferir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E lembre-se: ouse! O cara foi contratado. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;REDAÇÃO VENCEDORA: Você tem experiência?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro. Já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrela. Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola. Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho nomeio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro. Já tremi de nervoso. Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade. Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada vi a Lua virar Sol. Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção,guardados num baú, chamado coração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E agora um formulário me interroga. Me encosta à parede e grita: "Qual sua experiência?". Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência... Experiência... Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?" &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-2551320197634618828?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/2551320197634618828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=2551320197634618828' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/2551320197634618828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/2551320197634618828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/08/e-voc-tem-experincia.html' title='E você, tem experiência?'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-6651220537042848533</id><published>2007-08-17T13:04:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T17:08:43.024-08:00</updated><title type='text'>O primeiro dente a gente nunca esquece</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RsYBcrWTMAI/AAAAAAAAAAk/fV_XjbAk2xI/s1600-h/escovando+os+dentinhos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099765220227887106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RsYBcrWTMAI/AAAAAAAAAAk/fV_XjbAk2xI/s200/escovando+os+dentinhos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com sete meses e meio, a pequena Luana ainda gozava da tranqüilidade de ser apenas um bebê e sem preocupações ou mesmo obrigações, ela apenas se detinha em perceber e descobrir todo o mundo que nascia à sua volta. Um belo dia ela descobriu que podia balançar a mão e mais... Ao balançar a mãozinha, todos os adultos em volta se derretiam e faziam o mesmo gesto dizendo “- Tchau Luana”. Muitas vezes ela olhava para as pessoas sem entender o que elas queriam falar. Mas, quem pensa que bebê não interage com o mundo e com as pessoas se engana. As pesquisas já diziam, logo aos seis meses eles até sabem dar “risadinhas” só para agradar os pais.&lt;br /&gt;Mas algo intrigava naquela bela menina: ainda não havia nenhum dentinho. Têm crianças que cedo, logo aos três ou quatro meses já aparecem os primeiros dentes de leite. Tadinhos! Sofrem para ganhar uma bela arcada dentária. Com Luana, passaram os três, quatro, cinco e seis meses e nada de nenhum dente.&lt;br /&gt;Até que numa bela tarde de sexta-feira, dia 17 de agosto, por volta das 14h46min, eis que surge a notícia: Luana está com febre.&lt;br /&gt;Você, caro leitor, se for mãe ou pai, pode ter idéia do que é para uma mãe receber a informação de que seu filho (a) está com febre. Porém mesmo aqueles que não têm filhos sabe: febre é sinônimo de doença (gripe, virose ou qualquer outra alopatia). Desespero total! Afinal de contas, a mãe da Luana é marinheira de primeira viagem.&lt;br /&gt;Muito bem! Primeiro passo. Contatar o pai da menina. “ – Alô amor? Tudo bem? Será que dá para você ir pegar a Luana na creche? É que me ligaram e ela está com febre. Aproveite e a leve no pediatra. Estou muito preocupada”, disse a mamãe da Luana ao papai. “- Claro meu amor! Vou pegá-la, mas antes ligarei para saber como ela está”.&lt;br /&gt;E assim o papai fez, ligou para a creche e a professora informou que a bebezinha já estava medicada e que... a febre, provavelmente, era do dentinho que estava apontando. Que linda e tadinha! Até para nascer os dentinhos tem que sofrer, põem, esse é o primeiro de uma arcada toda que ainda está por vir e com certeza vai deixar a minha linda, ainda mais bela. Por tudo isso e muito mais que ainda está por vir, é que digo: O primeiro dente a gente nunca esquece.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bjkas a todos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mamãe coruja!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-6651220537042848533?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/6651220537042848533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=6651220537042848533' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/6651220537042848533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/6651220537042848533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/08/o-primeiro-dente-gente-nunca-esquece.html' title='O primeiro dente a gente nunca esquece'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RsYBcrWTMAI/AAAAAAAAAAk/fV_XjbAk2xI/s72-c/escovando+os+dentinhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-6402424410141113351</id><published>2007-08-16T12:02:00.000-07:00</published><updated>2007-08-16T12:12:36.150-07:00</updated><title type='text'>VAMOS CONCORRER!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;1º Prêmio ACIAP-VR de Jornalismo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jornalistas com registro profissional podem inscrever seus trabalhos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançado no dia 25 de abril, na sede da Associação Comercial Industrial e Agropastoril de Volta Redonda (ACIAP-VR), no bairro Aterrado, o &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;1º Prêmio ACIAP-VR de Jornalismo – Valéria Galvão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Isso mesmo! Agora, os jornalistas, que possuem registro profissional, podem inscrever seus trabalhos, desde que os mesmos tenham sidos publicados ou veiculados em jornais, revistas ou na televisão desde a data do lançamento do prêmio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhos devem ser sobre Economia, Cultura ou Terceiro Setor e estar relacionados a fatos, pessoas ou acontecimentos ocorridos nas cidades de Volta Redonda, Barra Mansa, Resende, Porto Real, Piraí, Barra do Piraí, Quatis e Pinheiral. As inscrições foram abertas no dia 25 de abril de 2007 e vão até o dia 25 de janeiro de 2008. O regulamento do prêmio pode ser encontrado nos sites: &lt;a href="http://www.aciapvr.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.aciapvr.com.br/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.conmedhsaude.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.conmedhsaude.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros lugares de cada categoria receberão troféus e premiações em dinheiro, no valor total de R$ 4.500,00, sendo R$ 1.500 para o primeiro lugar de cada categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 1º Prêmio ACIAP-VR de Jornalismo – Valéria Galvão é concurso cultural com o objetivo de reconhecer e estimular jornalistas e veículos de comunicação da região a produzirem trabalhos jornalísticos que contribuam com o desenvolvimento da economia regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Queremos incentivar a imprensa, pois temos a convicção de que o trabalho dela é muito importante para o desenvolvimento geral da sociedade. Podemos notar o trabalho dos jornalistas todos os dias ao abrirmos um jornal, uma revista ou ao assistirmos ao noticiário na televisão. Queremos ver a imprensa mais próxima do empresariado – disse o presidente da ACIAP-VR, Carlos Alberto dos Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Homenagem a Valéria Galvão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prêmio, que é patrocinado pelo Conmedh Saúde, recebeu o nome da jornalista Valéria Galvão, em homenagem à jornalista que trabalhou na imprensa do Sul Fluminense, cultivou vários amigos e conquistou prêmios que valorizaram os veículos de comunicação da região. Ela morreu em 2007, vitima de um trágico acidente na Rodovia dos Metalúrgicos. “A homenagem foi sugerida pelos profissionais da região, que também eram amigos de Valéria. Queremos incentivar e valorizar a classe de jornalismo, que é muito importante para o desenvolvimento da economia da região”, disse a diretora da ACIAP-VR e coordenadora do projeto, Jussara Nogueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados em concorrerem ao prêmio podem acessar o regulamento em que todo o processo de inscrição está devidamente explícito. As inscrições devem ser feita na sede da ACIAP-VR, que fica localizada na Rua Embaixador Assis Chateaubriand, nº 18, bairro Aterrado. Telefone: 3346-7771.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando mais uma vez que o regulamento pode ser encontrado nos sites: &lt;a href="http://www.aciapvr.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.aciapvr.com.br/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.conmedhsaude.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.conmedhsaude.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-6402424410141113351?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/6402424410141113351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=6402424410141113351' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/6402424410141113351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/6402424410141113351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/08/agora-s-concorrer.html' title='VAMOS CONCORRER!'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-6948211675045503845</id><published>2007-08-09T12:46:00.000-07:00</published><updated>2007-08-09T12:49:53.588-07:00</updated><title type='text'>Encontro dos Jornalistas do Sul Fluminense</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Amigos e amigas jornalistas! Vamos nos unir e mobilizar nossa classe por um Sindicato verdadeiro e representativo.  No dia 11 de agosto, sábado, às 16h30min, no auditório da Pró-Reitoria Comunitária do UBM, em Barra Mansa, haverá uma reunião para discutir uma moção aprovada no Congresso da FENAJ, realizado em Vitória (ES).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MOÇÃO DE APOIO AOS JORNALISTAS DO SUL-RJ&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso Extraordinário dos Jornalistas, realizado nos dia 3, 4 e 5 de agosto em Vitória (ES), apóia MOÇÃO DE APOIO à iniciativa dos jornalistas da região Sul do Rio de Janeiro de realizarem o I Encontro dos Jornalistas do Sul dos Estado do RJ, com o objetivo de organizar e aglutinar a categoria em torno do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, legal e legítima representação sindical dos jornalistas do interior do estado, conforme posição da Federação Nacional dos Jornalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitória, 05 de agosto de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que este será o primeiro passo de uma grande caminhada, que deve começar com a nossa união.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos agir!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-6948211675045503845?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/6948211675045503845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=6948211675045503845' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/6948211675045503845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/6948211675045503845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/08/encontro-dos-jornalistas-do-sul.html' title='Encontro dos Jornalistas do Sul Fluminense'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-7755410982722026435</id><published>2007-08-07T10:51:00.000-07:00</published><updated>2007-08-07T10:53:36.808-07:00</updated><title type='text'>E você, é sindicalizado?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acredito que, aqueles que leram a matéria publicada hoje – dia 7 de agosto de 2007 – no Jornal Diário do Vale, tenham ficado indignados com a notícia da ida do “presidente do Sindicato dos Jornalistas do Sul Fluminense”, JC Moreira ao congresso em Vitória (ES), a convite do presidente da Federação nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murilo. Bem, tirando a “extrema importância” de uma informação dessa, que com certeza, vai mudar a vida de todos os jornalistas da região, levanto outra questão, infinitamente mais séria do que a vida social de “nosso presidente”: que tipo de entidade sindical é esta que temos?&lt;br /&gt; Quem não ficou indignado e não levantou uma série de questões sobre este sindicato, me desculpe – realmente – você meu amigo (e minha amiga) tem que começar a se inteirar da situação. Em uma época em que a corrupção está estampada na cara de todo brasileiro, que a safadeza está totalmente despida, para qualquer um ver, levanto as perguntas para todos pensarem e se conseguirem responderem, por favor. Alguém já se perguntou que espécie de sindicato é este? Já parou para analisar que tipo de pessoa é aquela que está à frente do que intitulam como Sindicato dos Jornalistas do Sul Fluminense? Alguém votou na atual diretoria? Ou melhor... Alguém sabe quem são os diretores deste sindicato e se todos são verdadeiramente jornalistas, com registro profissional e tudo mais, conforme manda o figurino? E ainda... Alguém sabe onde é a sede do Sindicato? Alguém já viu algum edital ou pôde, ao menos, expressar sua vontade de conhecer a entidade e seu trabalho, de participar da diretoria ou de concorrer, montando uma nova chapa em um novo pleito? Já pararam para pensar para que serve um Sindicato de Jornalistas e qual deve ser o papel dele mediante a categoria? Alguém já pensou em se sindicalizar no “Sindicato do JC Moreira”?&lt;br /&gt;A última questão é crucial. Hoje, a maioria dos jornalistas da região não quer nem pensar no sindicato, não quer nem saber e nem ao menos sonhar com ele. Até aí tudo bem. É o direito de cada um. O que não podemos fazer é deixar que o JC Moreira brinque com nossa cara e o pior, tire proveito do nosso título de jornalistas. Enquanto a categoria não quer nem saber, ele faz o que quer. Na verdade ele defende mais os Jornais do que os jornalistas. Disso, tenho certeza de que ninguém vai descordar. Ele aproveita da vida sofrida dos jornalistas em assessorias de imprensa e em redações de jornais, em que são pagos baixos salários e impostas altas cargas de trabalho, para que, com o Sindicato DELE, possa ter regalias. E o pior, muitos de nós já tiveram e têm a contribuição sindical descontada em seus contra-cheques, sem ao menos serem sindicalizados. Eu fui uma dessas pessoas, pena que não posso, neste momento, provar.&lt;br /&gt;Acredito que esta vida sofrida impeça a grande maioria de pensar e agir por um Sindicato mais justo e que realmente lute pela categoria. Eu, por exemplo, não tenho perfil para isso, mas me cansei, pois em oito anos de profissão – ainda quando era apenas uma estagiária – ouvia e ouço as pessoas reclamarem, zombarem e desdenharem do Sindicato, sem nunca fazerem nada. Deixo claro aqui que não quero fazer parte de sindicato algum, nem tenho perfil para isso, quero sim ter uma entidade que me represente, enquanto Jornalista. Quero ter um presidente em que eu possa confiar, que gerencie uma entidade transparente e que lute por nós profissionais que damos o sangue para que o Sul Fluminense tenha acesso a informações de qualidade e, mais do que isso, sobrevivemos num mercado cruel, em que até mesmo aqueles que deveriam ser por nós são contra nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos pensar e agir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-7755410982722026435?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/7755410982722026435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=7755410982722026435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/7755410982722026435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/7755410982722026435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/08/e-voc-sindicalizado.html' title='E você, é sindicalizado?'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-1083092236752608428</id><published>2007-08-07T09:35:00.000-07:00</published><updated>2007-08-07T09:36:12.976-07:00</updated><title type='text'>Novo Côdigo de Ética dos jornalistas é secreto ?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No último fim de semana em Vitoria (Espírito Santo) jornalistas de todo o país em Congresso Nacional Extraordinário, teriam atualizado o Côdigo de Ética da profissão em vigor. E se digo teriam é porque ainda não vi e ao que parece não está disponível em nenhum meio de comunicação (? ) o texto do novo côdigo, revisado e atualizado. O referido Congresso ocorreu para cumprir justamente o art 27 do próprio côdigo, sancionado no Rio de Janeiro, em setembro de 1985: “qualquer modificação neste côdigo somente poderá ser feita em Congresso Nacional de Jornalistas, mediante proposição subscrita no mínimo por dez delegações representantes do Sindicato dos Jornalistas”.  Em Vitória a subscrição teve o endosso de 23 sindicatos, legitimidade portanto quanto à convocação. No conclave foi dito que as sugestões apresentadas para atualização do côdigo eram o resultado de três anos de consultas públicas. Ora, que consultas públicas? Consultas restritas apenas ao meio sindical? Todos os jornalistas em atividade foram de fato informados, estimulados, motivados a se manifestar? E os jornais, a grande mídia, refletiram esse debate ? Tudo indica que não. Mas o que me preocupa é o informe oficial de que o novo Côdigo de Ética “será disponiblizado pela Fenaj a todos os sindicatos para que o divulguem entre a categoria”. Ou seja, do mesmo jeito que a consulta pública foi privada a divulgação da nova carta também será restrita.  Será que a sociedade não tem o direito de conhecer a ética que norteia aqueles que se dizem os seus porta-vozes ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Fonte: Blog Almanaque da Comunicação - &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.almanaquedacomunicacao.com.br/blog"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;www.almanaquedacomunicacao.com.br/blog&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-1083092236752608428?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/1083092236752608428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=1083092236752608428' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/1083092236752608428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/1083092236752608428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/08/novo-cdigo-de-tica-dos-jornalistas.html' title='Novo Côdigo de Ética dos jornalistas é secreto ?'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-2356491005863867490</id><published>2007-07-21T20:40:00.001-07:00</published><updated>2007-07-21T20:42:53.277-07:00</updated><title type='text'>A vida nada fácil do flamenguista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Já recebi cobranças! “- Ei Ana! Fui no blog e nada ainda. Vamos produzir!”, diz o recado escrito por um amigo no meu Orkut. Calma gente! A vida de mãe não é nada fácil. Mesmo assim, como nós mulheres somos versáteis, ou seja, fazemos várias coisas ao mesmo tempo, diferente do sexo oposto. Vamos lá.&lt;br /&gt;Hoje eu vou falar de esportes. Em primeiro lugar quero parabenizar os atletas brasileiros, que estão dando um show no Pan-Americano 2007. Parabéns, principalmente, para o voltarredondense Thiago Pereira, maior medalista em pan-americanos. O cara está, como dizem os brothers “sinistro”.&lt;br /&gt;Mas não é sobre isso o que eu quero tratar. Vou escrever sobre o Flamengo, time carioca, que há 100 anos, mais do que isso até, arrasta torcidas em todo país. Na última quinta-feira, dia 19 de julho, o time rubro-negro entrou em ação pelo campeonato brasileiro, o Brasileirão 2007. Meu marido, flamenguista mais que fanático, como sempre faz, reuniu a galera para assistir ao jogo, lá em casa.&lt;br /&gt;Quero deixar claro que não sou flamenguista, nesta altura do campeonato nem torcer para time algum eu torço. Isso que dá casar com Flamenguista, ou você torce para o mesmo time que ele, ou nada feito. Se é assim, sou apenas uma torcedora brasileira.&lt;br /&gt;Voltando à quinta-feira. Primeiro chegou o Thiaguinho, também conhecido com “Titica”. Gente boa! Logo em seguida chegaram Fabinho e Bonfatti, depois o Gambá, o Zé Antonin e o Giulliano. Calma aí! Faltou um outro fanático pelo Flamengo, o chara do meu marido Leonardo, também conhecido como Ratão. Mas a falta dele foi relevada, pois sua namorada e minha amiga Raquel estava dodói. O time estava quase formado, digo quase porque não tinham 11 jogadores, ué. Mesmo assim, com o falatório que eles arrumaram, dava para montar um time com técnico e tudo.&lt;br /&gt;A alegria e confiança estavam a toda para o início da partida. Afinal, o Obina – jogador do Mengão entraria em campo, depois de seis meses fora dos campos. Cerveja pra cá, comentários pra lá, eis que chega a hora. Todos são só sorrisos e piadas, afinal, o Flamengo, que naquele dia enfrentaria o Paraná, em Uberlândia, no Parque Sabiá, não perderia jamais. Lá no Triangulo Mineiro, a torcida flamenguista chegava ao número de 30 mil pessoas. Quanto orgulho, hein????&lt;br /&gt;O Flamengo entra em campo com seu time titular. PS: cabe aqui uma ressalva: time titular, isso porque quando o flamengo perde e está com o reserva, esta é a desculpa de todo flamenguista. “- Ah! Era o time reserva, não conta.”. Mas não, naquele dia eram mesmo os jogadores titulares do Mengão.&lt;br /&gt;Logo de cara surge a primeira pérola da noite. “Ué, o Léo Moura não tá mais com o cabelo mosaico?, diz Thiaguinho”. Esperai aí! Pára tudo! Cabelo Mosaico? Ou seria cabelo moicano??? Ah! deixa pra lá, deve ser a cerveja, misturada com a emoção. Nessa hora vale tudo.&lt;br /&gt;De longe, eu, Paulinha e Gabi conversamos e também tomamos nossa cervejinha. A euforia de frente à TV era enorme. Saí o primeiro gol do Flamengo, a torcida vai ao delírio. Os comentários são: “O Flamengo é foda mesmo”. “Haha, huhu.. o Sabiá é nosso”.&lt;br /&gt;De repente, o silêncio! Que estranho? Mais tarde a resposta. Gol do Paraná e tudo fica quieto. “Ah, mas o Flamengo vai virar essa parada”, diz Zé Antonim, o mais otimista. Porém, não passa muito tempo, o adversário faz o segundo. Começa então os xingamentos. “Oh! Juiz seu ladrão, seu filho da p.....”.&lt;br /&gt;Sim, porque todo torcedor fanático, quando seu time está perdendo, a culpa é da arbitragem e, mais especificadamente, do juiz, que está roubando para o time adversário. Mas não tem jeito, era o Flamengo que estava mal mesmo. Olho ao redor e vejo a cena: um roendo as unhas, o outro tapando os olhos, ao lado outro com a mão na boca e o da esquerda quase arrancando os cabelos.&lt;br /&gt;Mas, espera aí: cadê o Obina? Ehhhh!!!!! Eis que surge o jogador mais esperado da partida. As esperanças se renovam e os olhares atentos à tela da TV até se tornam mais encorajadores. Porém, o Obina bem que tentou, mas o gol de empate não saiu. Nada passou de uma jogada mais audaciosa que saiu pela linha dos fundos. Que pena! E o pior que desta vez nem adianta falar que era o time reserva. Ah! Tudo bem, eles arranjam outra desculpa.&lt;br /&gt;Vida de torcedor não é fácil mesmo. Torcedor do Flamengo é mais difícil ainda. O rubro negro está em 18º no brasileirão, com oito pontos, para ser mais precisa, na zona de rebaixamento. No domingo, dia 22, às 16 horas, ele enfrentará o Grêmio, no Estádio Olímpico. Aí meu amigo, seja o que Deus quiser. Ser torcedor é assim mesmo, amar o time ele ganhando ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bjkas para todos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-2356491005863867490?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/2356491005863867490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=2356491005863867490' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/2356491005863867490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/2356491005863867490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/07/vida-nada-fcil-do-flamenguista.html' title='A vida nada fácil do flamenguista'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-4820430868850571397</id><published>2007-07-17T08:30:00.000-07:00</published><updated>2007-07-17T08:55:26.206-07:00</updated><title type='text'>PARABÉNS VOLTA REDONDA!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Muito mais que "Cidade do Aço&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Em seus 53 anos de história, VR pode se orgulhar não só de ser Cidade do Aço, mas também dos universitários, da saúde, da cultura ...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Matéria escrita por Ana Lúcia de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;São 53 anos de uma história que é patrimônio nacional, pois Volta Redonda foi o berço da siderurgia e do início da industrialização do Brasil. Hoje, o município pode se orgulhar não só de ter o codinome “Cidade do Aço”, muito mais que isso, atualmente, VR é também a cidade da educação, da cultura, da saúde, do comércio forte e de muitas outras qualidades que a fazem ser a locomotiva do Sul Fluminense.&lt;br /&gt;Para a Associação Comercial Industrial e Agropastoril de Volta Redonda (ACIAP-VR), que tem sua história muitas vezes confundida com a da cidade, VR cresceu graças à criatividade e perseverança de seu povo.&lt;br /&gt;- Nossa cidade cresceu e hoje é a maior e mais desenvolvida da região. Começamos com a construção da Usina Presidente Vargas e da Companhia Siderurgica Nacional, em 1941. Desde então, muita coisa mudou. Passamos pelo processo de privatização, que mudou muito o perfil de nossa cidade. Porém, depois de tantos solavancos, podemos dizer que evoluimos muito, por isso VR é o que é hoje”, disse Carlos Alberto dos Santos, presidente da ACIAP-VR.&lt;br /&gt;E tudo mudou mesmo. A cidade operária, num determinado momento se viu obrigada a abrir seus horizontes e expandir sua área de atuação. E isso aconteceu. Hoje, Volta Redonda tem diversas qualidades que a faz ser a cidade que é, além – é claro – de sua boa logistica, localização, da CSN, que é uma ferramento exclusiva e que traz desenvolvimento e do comércio forte. “Estamos localizados numa região muito boa, melhor ainda, estamos no meio do eixo Rio – São Paulo. O Sul Fluminense é marcado pela industrialização. Aqui temos industrias de segmentos que vão desde o metal-mecânico, o automobilistico, ao setor textil. Isso é muito valorizador”, lembra o diretor Siderúrgico da ACIAP-VR, Dinaldo Santa Rosa de Oliveira.&lt;br /&gt;E quanto a VR, o diretor de Comércio da entidade, Joselito Magalhãe vai além. “Temos universidades particulares e federais, que oferecem vários cursos e vagas. E isso atraiu e atraí até hoje muitos alunos e consequentemente aquece a economia. Outro lado desenvolvido em VR, o da medicina de diagnóstico. Hoje, em nossa cidade é possível tratar de qualquer doença, fazer qualquer exame, sem a necessidade de ir para as capitais. Tudo isso faz com que o comércio e o setor de serviços se fortaleçam. Masm isso são só algumas características de Volta Redonda, existem muitas outras”, destaca.&lt;br /&gt;E por falar no setor de Serviços, para a diretora deste segmento da ACIAP-VR, Jussara Nogueira, este é um ramo da atividade econômica que merece um grande destaque. “Diante da privatização e das demissões, a população se viu obrigada a procurar outras formas de geração de renda. Partindo daí, cresceu o setor de Serviços, que hoje é um dos mais completos da região, com vários tipos de ofertas. Foi uma forma inteligente de modificar o contexto economico e social da cidade. Deu certo!”, destaca Jussara.&lt;br /&gt;E ele tem razão. Uma outra característica de destaque em VR é a Cultura. O município é sede de vários concursos culturais, que a fazem ser referência. “Um exemplo deles é o Salão de Humor, que reúne varios talentos. Além dele, existem concursos de dança, entre outros eventos culturais. Além disso, VR tem talentos artisticos de renome”, disse Eleny Braga, diretora social da ACIAP-VR &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-4820430868850571397?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/4820430868850571397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=4820430868850571397' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/4820430868850571397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/4820430868850571397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/07/parabns-volta-redonda.html' title='PARABÉNS VOLTA REDONDA!'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-9216141838499241518</id><published>2007-07-16T18:10:00.000-07:00</published><updated>2007-07-16T18:12:01.994-07:00</updated><title type='text'>E o que falar do PAN?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Que é maravilhoso e emocionante ter uma competição internacional do gabarito do Pan-Americano no Brasil, todo mundo sabe. Todos, que assistiram ao vivo ou pela TV a abertura dos jogos, diretamente do Maracanã, puderam sentir duas coisas: uma foi o orgulho da criatividade, originalidade e da alegria do brasileiro; e a outra foi o sentimento de “alma lavada”, diante da vaia ao Presidente Luis Inácio Lula da Silva.&lt;br /&gt;           Bem, por escrever este segundo sentimento, muitas pessoas podem achar que não foi bem isso, que na verdade, o que aconteceu foi uma profunda falta de educação do brasileiro, em especial do carioca, que foi o anfitrião da festa. Será? Pensando bem, não será porque o carioca é profundamente expressivo e encontrou a oportunidade de manifestar sua indignação e insatisfação diante tanta corrupção política, numa hora em que o Presidente do Brasil chegou à capital do Estado do Rio de Janeiro para ganhar os “ouros” pela bonita festa realizada?&lt;br /&gt;           E a insegurança que assola aquela cidade? Claro, isso é de responsabilidade do Estado. Da parte do governo federal resta apenas a oferta de mais policiamento e a “ajuda” da Força Nacional. Bela coisa. Na hora de colocar a cara para levar tiro, de subir morro e enfrentar o tráfico é a Polícia Militar do Rio de Janeiro, que digamos: faz o trabalho sujo. A Força Nacional dá cobertura e fica lá embaixo, só olhando. Mas... não é só isso. E os casos de corrupção, de mentira e roubalheira que vêm acontecendo e que está estampado para todo mundo ver? E o brasileiro? Onde fica nesta história toda?&lt;br /&gt;          Talvez fique só no ditado: “Sou brasileiro e não desisto nunca”. Por não desistirem nunca, os brasileiros encontraram naquela expressão sincera, mesmo que mal educada, a oportunidade de mostrar ao nosso governante que não estamos satisfeitos.&lt;br /&gt;          Mas, será que foi tão mal educado assim? Será que deveríamos juntar panelas, a exemplo dos nossos vizinhos argentinos, e bater na porta do Senado, dizendo: - Fora Renan! Ou seria melhor fazer manifestações agressivas, como aconteceu na França, no início do ano? Quem sabe, o melhor seria manifestar nossa indignação mandando uma bomba à Brasília, ou melhor ainda, um homem bomba ao Senado, durante uma sessão presidida por Renan Calheiros. Tudo isso a exemplo dos Palestinos, Xiitas e todos os países do Islan, que tratam suas desavenças, conforme ditou o profeta Maomé: olho por olho, dente por dente. Será que isso seria menos grosseiro do que uma vaia? Falta de educação. Será que o fato de Lula ter dito que não sabia de nada a respeito do “Mensalão” não foi uma falta de educação? Será que, as falcatruas e armações para roubar dinheiro público, para levar vantagens em licitações de serviços pagos com o dinheiro do povo não é uma falta de educação? Será, será, será? São tantos serás, tantos porquês? Que na verdade não sei se foi falta de educação, ou a mais sincera e transparente mostra da opinião do povo sobre tudo o que acontece no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-9216141838499241518?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/9216141838499241518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=9216141838499241518' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/9216141838499241518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/9216141838499241518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/07/e-o-que-falar-do-pan.html' title='E o que falar do PAN?'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-3134899185592131954</id><published>2007-07-16T17:10:00.000-07:00</published><updated>2007-07-16T17:32:32.954-07:00</updated><title type='text'>Etiqueta Urbana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta é para o Fantástico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação é bom e todo mundo gosta. Não é assim que diz um velho chavão popular? Pois é, por falar em educação, um dos quadros do Fantástico da Rede Globo que eu mais gosto é o “Etiqueta Urbana”, em que Glorinha Kalil e Renata Ceribeli comentam as “gafes” que as pessoas, sejam elas públicas ou não, cometem por aí a fora. &lt;br /&gt;Baseada neste programa, vou lhes contar um caso que aconteceu em minha casa no último final de semana. E que educadamente, “engoli”. Digo isso, porque qualquer outra pessoa teria “soltado os cachorros”.&lt;br /&gt;Era 14 de julho, quando meu marido, com mais dois amigos resolveram fazer uma festa para comemorar seus respectivos aniversários, celebrados na mesma semana. A festança então, foi realizada em minha casa. Cada um fez sua lista de convidados, que foi quase a mesma, já que os aniversariantes têm a maioria dos amigos “mais chegados” em comum.&lt;br /&gt;Até aí tudo bem. Eu até conheço grande parte dos amigos deles. Até que chegou à festa uma jovem, que eu nem sei o nome – e que, diga-se de passagem, nem fez questão de se apresentar – com um cachorro nos braços, ou melhor, uma cadela, que mais tarde fui saber que se chamava Sophie. Detalhe: a Sophie estava vestida com um casaco da GAP que até capus tinha. Sabe de que cor? Roxo.&lt;br /&gt;Aliás, roxa fiquei eu: de raiva. Meu Deus! Como pode uma pessoa, em plena consciência e educação, levar um cachorro – seja ele qual for (Sophie ou não), na casa de gente que ela nem conhece? Digo que nem conhece porque ela não estava na lista de ninguém. Ou pelo menos, ninguém teve a coragem de dizer que conhecia a mal educada.&lt;br /&gt;Quero aqui deixar BEM claro, que não tenho nada contra a cadelinha. Tadinha! Ela é a menos errada na história, aliás, nem latir ela latiu na minha casa. Então, amantes e protetores dos animais: muita calma nesta hora. O que eu quero ressaltar é a falta de educação da jovem, em trazer para a casa de alguém que ela não conhece um animal, sem antes saber se o dono (a) da casa aprovaria a estada do bicho em sua residência.&lt;br /&gt;Eu tenho uma bebezinha de seis meses em casa, que ainda não é acostumada com animais. E se ela fosse alérgica a pelo de cachorro? E se for? Porque ela é tão pequena que eu nem sei ainda a que, ou a quem, ela tem alergia. E se eu tivesse alergia?&lt;br /&gt;Gente! Pasmem! Ela deu água para o bichinho na torneira da pia da minha cozinha. Olha que BAITA falta de educação. Cozinha é um lugar em que as pessoas preparam seus alimentos, suas refeições. Será que ela sabe disso? Só faltou ela ir ao banheiro com a cadelinha.&lt;br /&gt;Aposto que a Glorinha Kalil teria a mesma opinião que a minha: animal de estimação é lindo, mas, não se deve levá-lo a uma festa, nem de quem se conhece, MUITO MENOS, de quem não se conhece. A jovem correu ainda o risco de ser expulsa da festa. Aliás, educadamente eu resisti a essa tentação. O que fiz? Privei minha filha e a tirei do ambiente. Depois disso tudo, a jovem com sua Sophie, foi embora, passou por mim, não olhou na minha cara, e foi embora abanando o rabinho. É muito desaforo, né?&lt;br /&gt; Bjkas!!!!! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-3134899185592131954?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/3134899185592131954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=3134899185592131954' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/3134899185592131954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/3134899185592131954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/07/etiqueta-urbana.html' title='Etiqueta Urbana'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-5970704834386113769</id><published>2007-07-10T12:38:00.000-07:00</published><updated>2007-07-10T12:41:51.203-07:00</updated><title type='text'>Esperança</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Mário Quintana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano&lt;br /&gt;Vive uma louca chamada Esperança&lt;br /&gt;E ela pensa que quando todas as sirenas&lt;br /&gt;Todas as buzinas&lt;br /&gt;Todos os reco-recos tocarem&lt;br /&gt;Atira-se&lt;br /&gt;E&lt;br /&gt;— ó delicioso vôo!&lt;br /&gt;Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,&lt;br /&gt;Outra vez criança...&lt;br /&gt;E em torno dela indagará o povo:&lt;br /&gt;— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?&lt;br /&gt;E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!)&lt;br /&gt;Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:&lt;br /&gt;— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Texto extraído do livro "Nova Antologia Poética", Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-5970704834386113769?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/5970704834386113769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=5970704834386113769' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/5970704834386113769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/5970704834386113769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/07/esperana.html' title='Esperança'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-309857844220355535</id><published>2007-07-10T11:59:00.000-07:00</published><updated>2007-07-10T12:38:21.559-07:00</updated><title type='text'>Eu queria trazer-te uns versos muito lindos</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Mário Quintana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu queria trazer-te uns versos muito lindos&lt;br /&gt;colhidos no mais íntimo de mim...&lt;br /&gt;Suas palavras&lt;br /&gt;seriam as mais simples do mundo,&lt;br /&gt;porém não sei que luz as iluminaria&lt;br /&gt;que terias de fechar teus olhos para as ouvir...&lt;br /&gt;Sim! Uma luz que viria de dentro delas,&lt;br /&gt;como essa que acende inesperadas cores&lt;br /&gt;nas lanternas chinesas de papel!&lt;br /&gt;Trago-te palavras, apenas... e que estão escritas&lt;br /&gt;do lado de fora do papel... Não sei, eu nunca soube o que dizer-te&lt;br /&gt;e este poema vai morrendo, ardente e puro, ao vento&lt;br /&gt;da Poesia...&lt;br /&gt;como&lt;br /&gt;uma pobre lanterna que incendiou!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Estes versos são publicados nesta data, 30 de julho de 2006, como uma homenagem ao poeta Mario Quintana, que estaria completando 100 anos de idade, se vivo fosse.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Extraído do livro "Quintana de bolso", Editora LP&amp;amp;M Pocket - Porto Alegre (RS), 2006, pág. 59, seleção de Sergio Faraco.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-309857844220355535?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/309857844220355535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=309857844220355535' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/309857844220355535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/309857844220355535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/07/eu-queria-trazer-te-uns-versos-muito.html' title='Eu queria trazer-te uns versos muito lindos'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-3201611320903600732</id><published>2007-07-06T13:21:00.000-07:00</published><updated>2007-07-06T13:23:50.027-07:00</updated><title type='text'>Diário de Mãe</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;Baseado na revista Crescer, da Editora Globo&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O dia começa cedo, às 7 horas da manhã. Isso quando Luana não acorda várias vezes na madrugada. Aos 27 anos, Ana Lúcia de Oliveira se divide entre os afazeres de casa, “nem sempre bem desempenhados”, segundo ela; os cuidados com sua filha, de seis meses, e também com o marido Leonardo. Tudo isso sem contar com os compromissos profissionais, já que trabalha como jornalista, na cidade de Resende, a 50 quilômetros de Volta Redonda, onde mora e os freelancers que tem.&lt;br /&gt;“Vida corrida”, diz ela. Mas sempre que pode, a jornalista separa um tempo para ir às compras e ao cabeleireiro. “Unhas, nem sempre dá tempo de fazer”, completa. Luana, um bebê de seis meses é a rainha da casa. Todas as atenções são para ela. Aos quatro meses e meio, Ana e Léo foram obrigados a coloca-la na creche. E digo obrigados porque, se pudessem, levariam a filha a tira colo para todos os lugares, sempre a protegendo. “Foi melhor para ela assim. Na creche, ela convive com outros bebês e é acompanhada por profissionais, que a estimulam sempre. Com quase dois meses de creche, Luana já está sentando sozinha e melhorou as pirraças, está mais calma”, conta Ana.&lt;br /&gt;O receio, normal para qualquer mãe e pai, foi superado quando não deu certo a experiência com a segunda babá. “Até teria colocado Luana antes dos cinco meses na creche, mas fiquei receosa, pois ela estava começando a comer papinha de frutas e ia passar para a salgada”, falou a jornalista. Sem babá, o casal foi obrigado a procurar uma instituição educacional que atendesse bebês. E encontraram! Hoje, Luana fica período integral na creche. “E adora”, conta Ana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7 horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ana acorda, às vezes cansada da noite intensa vivida com Luana, que aos seis meses ainda não dorme a noite inteira. “Ela às vezes acorda com fome e outras porque o bico saiu da boca”, conta. Toma banho, se arruma e corre para trocar a roupa de Luana, que aguarda ansiosa a ida para a creche. “Luana acorda na hora de ir para a creche, que falamos para ela que é a escolinha, até mesmo aos sábados. Se passar do horário, começa a chorar, porque a deixamos em casa”  Enquanto isso, Léo também se arruma para ir para o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8h15min&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A família se prepara para sair, quando dá tempo, o casal toma café na casa da mãe de Ana, que mora embaixo da sua casa. “Nem sempre dá tempo. Arrumar um bebê e a si própria é difícil. Às vezes, depois de tudo pronto, tenho que troca-la de novo, pois está com as fraldas cheias e isso toma um tempo danado”, explicou a jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8h30min&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O casal deixa a Luana na creche, que fica num bairro central de Volta Redonda, chamado Vila Santa Cecília, mas é um pouco afastado do que eles moram. “Ela gosta tanto da “escolinha” que nem olha pra trás quando entra no prédio. As professoras fazem a festa quando as crianças chegam”, conta Ana.&lt;br /&gt;Leonardo fica por ali mesmo, pois trabalha no mesmo bairro onde fica a creche. Os dois se despedem e Ana entra no carro e segue rumo a Resende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9h15min&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dependendo do trânsito na Rodovia Presidente Dutra, Ana chega mais cedo ou mais tarde na Prefeitura Municipal de Resende. Ao chegar, logo entra na Assessoria de Comunicação e começa seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12h30min&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É hora do almoço. Se não for necessária a saída da assessora de imprensa para a cobertura de nenhum evento. Ana e sua amiga e companheira de trabalho Márcia Chaves, saem para almoçar no refeitório da Prefeitura. Em seguida elas voltam para a sala e continuam o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14 horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É hora de fazer uma ronda pela prefeitura. “Saímos em buscas de notícias para divulgar sobre o governo municipal e o trabalho da instituição”, conta Ana. Em sua sala, onde divide espaço com os jornalistas Evaldo de castro, Idelfonso Pinheiro, Márcia Chaves e Thais Torres, que ela comenta ser uma das suas melhores amigas, eles passam o tempo entre a produção de matérias para serem enviadas à imprensa local, a produção de jornais da prefeitura e atendimento aos jornalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17 horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É hora de ir para casa. Ana segue de volta para Volta Redonda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18h15min&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ana pega a Luana e o Lêo na porta da creche. Conversa com a professora e pergunta como foi o dia de sua filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18h30min&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em casa, Ana deixa Luana com sua mãe para “tirar uma sonequinha”. “Ela gosta de dormir um pouco depois do jantar na creche, servido às 17 horas. Então, eu a deixo com a minha mãe e vou preparar o café”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19 horas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A família senta à mesa para tomar o café da tarde. “Temos este costume de lanchar no lugar de jantar”, diz Ana. Depois de conversas, em que todos relatam suas experiências no dia, cada um se recolhe para sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20 horas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Luana acorda e é hora de brincar um pouco. Ela quer a atenção dos pais. Ana e Léo se dividem. Enquanto ele brinca com ela, Ana se divide entre a arrumação das roupas da bebê. “Lavar, passar e arrumar a bolsa dela. Todos os dias, na noite anterior, deixo tudo pronto”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21 horas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É hora do banho. Ana e Léo tomam seus banhos e ela prepara Luana para dormir. Depois que a bebê adormece, é hora do casal se recolher, afinal, o dia seguinte será corrido também. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-3201611320903600732?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/3201611320903600732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=3201611320903600732' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/3201611320903600732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/3201611320903600732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/07/dirio-de-me.html' title='Diário de Mãe'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-1725734931923096968</id><published>2007-07-05T12:56:00.000-07:00</published><updated>2007-07-05T12:58:33.906-07:00</updated><title type='text'>O absurdo sobre o GNV em Volta Redonda</title><content type='html'>Eu sou proprietária de um automóvel com Gás Natural Veicular (GNV) e residente em Volta Redonda, então, eu não poderia deixar passar em branco a campanha da ACIAP-VR "Mais Postos GNV - Sem protecionismo". É um absurdo uma cidade como Volta Redonda, a maior da região e como todos dizem: a mais desenvolvida. Será?&lt;br /&gt;Como pode uma cidade "tão desenvolvida" ter apenas dois postos de GNV? Enquanto que a visinha Barra Mansa, que todo voltarredondense gosta de debochar, tem mais de oito. É um absurdo!!!!&lt;br /&gt;Se por um lado, os consumidores ficam enraivecidos por terem que enfrentar filas para abastecerem seus carros, perdendo tempo. Por outro, os donos dos postos de combustíveis estão "arroxados", ou seja, estão perdendo território, já que mais de 50% da frota de carros de VR é convertida para o GNV.&lt;br /&gt;A Companhia de Gás do Estado do Rio de Janeiro (CEG), que seria uma das instituições que poderiam autorizar os postos a explorarem o GNV, disse que essa liberação é por conta da Prefeitura. O governo municipal, no entanto, primeiro disse que era necessário ampliar a rede de abastecimento em VR e agora, diz que vai liberar três postos apenas. Imagina pra quem ela vai liberar? Só Deus, ou melhor, o Gothardo sabe.&lt;br /&gt;Então, é preciso nos mobilizar e buscar soluções para este problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conheça a campanha&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais postos GNV - Sem PROTECIONISMO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Volta Redonda atualmente conta com mais de 50% da frota de carros que circulam pela cidade convertida para o Gás Natural Veicular, mais conhecido pela sigla GNV. Isso seria muito bom, pois o gás agride menos o Meio Ambiente, é mais barato que a gasolina e o álcool e ainda, dá direito a um desconto de 70% no pagamento do IPVA (Imposto de Propriedade de Veículos Automotivos). Porém só seria bom, já que em Volta Redonda, cidade com uma população de quase 300 mil habitantes, existe apenas dois postos GNV. O resultado? Fila de carros, demora para abastecer.Por outro lado, os demais postos de combustíveis do município estão passando por sérios problemas, já que vêem diariamente seus clientes consumindo cada vez menos combustíveis em suas bombas. Pelo menos 15 postos já se cadastram na Prefeitura Municipal de Volta Redonda para conseguir a permissão para explorar o GNV em seus estabelecimentos comerciais. Porém, não conseguiram nada até agora.O governo municipal, por sua vez, alegou que para o aumento no número de postos GNV na cidade é necessário o aumento da rede de abastecimento de gás, pela Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro (CEG). Alegação contrariada pela Associação Comercial Industrial e Agropastoril de Volta Redonda (ACIAP-VR).O questionamento da ACIAP-VR se baseia na seguinte pergunta: como pode Volta Redonda precisar ampliar sua rede de abastecimento de GNV, sendo que a que possui hoje é a mesma que abastece o município de Barra Mansa, que possui mais de oito postos que oferecem GNV?Baseada nisso tudo, a ACIAP-VR, lançou no dia 26 de junho, a campanha: “Mais postos GNV – Sem protecionismo”. O movimento foi iniciado nos bairros Retiro, pela manhã e Vila Santa Cecília, na parte da tarde. Na ocasião, foram recolhidas assinaturas da população e distribuídos adesivos para os carros.De acordo com o presidente da entidade, Carlos Alberto dos Santos, o que motivou a ACIAP-VR a realizar a campanha é que a prefeitura deve liberar três postos para a exploração do GNV. Então, a entidade quer que não haja “preferidos” na escolha dos postos. “Antes de qualquer coisa, queremos que no processo não tenham preferidos. O mercado deve escolher aqueles que estão aptos, ou não, para atuar neste segmento. Não entendemos porque em Volta Redonda, a prefeitura interfere quantos postos devem ter GNV, já que, numa situação de mercado, o governo municipal não deve interferir. É preciso mais liberdade de mercado”, disse Santos.A Campanha “Mais postos GNV – Sem protecionismo” já conta com a adesão da comunidade Volta Redonda do orkut e de vários empresários da cidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-1725734931923096968?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/1725734931923096968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=1725734931923096968' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/1725734931923096968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/1725734931923096968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/07/o-absurdo-sobre-o-gnv-em-volta-redonda.html' title='O absurdo sobre o GNV em Volta Redonda'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-5525034156951052788</id><published>2007-06-21T12:15:00.000-07:00</published><updated>2007-06-21T12:39:10.385-07:00</updated><title type='text'>AMOR - Clarice Lispector</title><content type='html'>Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação. &lt;br /&gt;Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranqüilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.  Certa hora da tarde era mais perigosa.&lt;br /&gt;Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem. &lt;br /&gt;No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha — com persistência, continuidade, alegria. O que sucedera a Ana antes de ter o lar estava para sempre fora de seu alcance: uma exaltação perturbada que tantas vezes se confundira com felicidade insuportável. Criara em troca algo enfim compreensível, uma vida de adulto. Assim ela o quisera e o escolhera. &lt;br /&gt;Sua precaução reduzia-se a tomar cuidado na hora perigosa da tarde, quando a casa estava vazia sem precisar mais dela, o sol alto, cada membro da família distribuído nas suas funções. Olhando os móveis limpos, seu coração se apertava um pouco em espanto. Mas na sua vida não havia lugar para que sentisse ternura pelo seu espanto — ela o abafava com a mesma habilidade que as lides em casa lhe haviam transmitido. Saía então para fazer compras ou levar objetos para consertar, cuidando do lar e da família à revelia deles. Quando voltasse era o fim da tarde e as crianças vindas do colégio exigiam-na. Assim chegaria a noite, com sua tranqüila vibração. De manhã acordaria aureolada pelos calmos deveres. Encontrava os móveis de novo empoeirados e sujos, como se voltassem arrependidos. Quanto a ela mesma, fazia obscuramente parte das raízes negras e suaves do mundo. E alimentava anonimamente a vida. Estava bom assim. Assim ela o quisera e escolhera. &lt;br /&gt;O bonde vacilava nos trilhos, entrava em ruas largas. Logo um vento mais úmido soprava anunciando, mais que o fim da tarde, o fim da hora instável. Ana respirou profundamente e uma grande aceitação deu a seu rosto um ar de mulher. &lt;br /&gt;O bonde se arrastava, em seguida estacava. Até Humaitá tinha tempo de descansar. Foi então que olhou para o homem parado no ponto.  A diferença entre ele e os outros é que ele estava realmente parado. De pé, suas mãos se mantinham avançadas. Era um cego. &lt;br /&gt;O que havia mais que fizesse Ana se aprumar em desconfiança? Alguma coisa intranqüila estava sucedendo. Então ela viu: o cego mascava chicles... Um homem cego mascava chicles. &lt;br /&gt;Ana ainda teve tempo de pensar por um segundo que os irmãos viriam jantar — o coração batia-lhe violento, espaçado. Inclinada, olhava o cego profundamente, como se olha o que não nos vê. Ele mascava goma na escuridão. Sem sofrimento, com os olhos abertos. O movimento da mastigação fazia-o parecer sorrir e de repente deixar de sorrir, sorrir e deixar de sorrir — como se ele a tivesse insultado, Ana olhava-o. E quem a visse teria a impressão de uma mulher com ódio. Mas continuava a olhá-lo, cada vez mais inclinada — o bonde deu uma arrancada súbita jogando-a desprevenida para trás, o pesado saco de tricô despencou-se do colo, ruiu no chão — Ana deu um grito, o condutor deu ordem de parada antes de saber do que se tratava — o bonde estacou, os passageiros olharam assustados. &lt;br /&gt;Incapaz de se mover para apanhar suas compras, Ana se aprumava pálida. Uma expressão de rosto, há muito não usada, ressurgia-lhe com dificuldade, ainda incerta, incompreensível. O moleque dos jornais ria entregando-lhe o volume. Mas os ovos se haviam quebrado no embrulho de jornal. Gemas amarelas e viscosas pingavam entre os fios da rede. O cego interrompera a mastigação e avançava as mãos inseguras, tentando inutilmente pegar o que acontecia. O embrulho dos ovos foi jogado fora da rede e, entre os sorrisos dos passageiros e o sinal do condutor, o bonde deu a nova arrancada de partida. &lt;br /&gt;Poucos instantes depois já não a olhavam mais. O bonde se sacudia nos trilhos e o cego mascando goma ficara atrás para sempre. Mas o mal estava feito. &lt;br /&gt;A rede de tricô era áspera entre os dedos, não íntima como quando a tricotara. A rede perdera o sentido e estar num bonde era um fio partido; não sabia o que fazer com as compras no colo. E como uma estranha música, o mundo recomeçava ao redor. O mal estava feito. Por quê? Teria esquecido de que havia cegos? A piedade a sufocava, Ana respirava pesadamente. Mesmo as coisas que existiam antes do acontecimento estavam agora de sobreaviso, tinham um ar mais hostil, perecível... O mundo se tornara de novo um mal-estar. Vários anos ruíam, as gemas amarelas escorriam. Expulsa de seus próprios dias, parecia-lhe que as pessoas da rua eram periclitantes, que se mantinham por um mínimo equilíbrio à tona da escuridão — e por um momento a falta de sentido deixava-as tão livres que elas não sabiam para onde ir. Perceber uma ausência de lei foi tão súbito que Ana se agarrou ao banco da frente, como se pudesse cair do bonde, como se as coisas pudessem ser revertidas com a mesma calma com que não o eram. &lt;br /&gt;O que chamava de crise viera afinal. E sua marca era o prazer intenso com que olhava agora as coisas, sofrendo espantada. O calor se tornara mais abafado, tudo tinha ganho uma força e vozes mais altas. Na Rua Voluntários da Pátria parecia prestes a rebentar uma revolução, as grades dos esgotos estavam secas, o ar empoeirado. Um cego mascando chicles mergulhara o mundo em escura sofreguidão. Em cada pessoa forte havia a ausência de piedade pelo cego e as pessoas assustavam-na com o vigor que possuíam. Junto dela havia uma senhora de azul, com um rosto. Desviou o olhar, depressa. Na calçada, uma mulher deu um empurrão no filho! Dois namorados entrelaçavam os dedos sorrindo... E o cego? Ana caíra numa bondade extremamente dolorosa. &lt;br /&gt;Ela apaziguara tão bem a vida, cuidara tanto para que esta não explodisse. Mantinha tudo em serena compreensão, separava uma pessoa das outras, as roupas eram claramente feitas para serem usadas e podia-se escolher pelo jornal o filme da noite - tudo feito de modo a que um dia se seguisse ao outro. E um cego mascando goma despedaçava tudo isso. E através da piedade aparecia a Ana uma vida cheia de náusea doce, até a boca. &lt;br /&gt;Só então percebeu que há muito passara do seu ponto de descida. Na fraqueza em que estava, tudo a atingia com um susto; desceu do bonde com pernas débeis, olhou em torno de si, segurando a rede suja de ovo. Por um momento não conseguia orientar-se. Parecia ter saltado no meio da noite. &lt;br /&gt;Era uma rua comprida, com muros altos, amarelos. Seu coração batia de medo, ela procurava inutilmente reconhecer os arredores, enquanto a vida que descobrira continuava a pulsar e um vento mais morno e mais misterioso rodeava-lhe o rosto. Ficou parada olhando o muro. Enfim pôde localizar-se. Andando um pouco mais ao longo de uma sebe, atravessou os portões do Jardim Botânico. &lt;br /&gt;Andava pesadamente pela alameda central, entre os coqueiros. Não havia ninguém no Jardim. Depositou os embrulhos na terra, sentou-se no banco de um atalho e ali ficou muito tempo. &lt;br /&gt;A vastidão parecia acalmá-la, o silêncio regulava sua respiração. Ela adormecia dentro de si. &lt;br /&gt;De longe via a aléia onde a tarde era clara e redonda. Mas a penumbra dos ramos cobria o atalho. &lt;br /&gt;Ao seu redor havia ruídos serenos, cheiro de árvores, pequenas surpresas entre os cipós. Todo o Jardim triturado pelos instantes já mais apressados da tarde. De onde vinha o meio sonho pelo qual estava rodeada? Como por um zunido de abelhas e aves. Tudo era estranho, suave demais, grande demais. &lt;br /&gt;Um movimento leve e íntimo a sobressaltou — voltou-se rápida. Nada parecia se ter movido. Mas na aléia central estava imóvel um poderoso gato. Seus pêlos eram macios. Em novo andar silencioso, desapareceu. &lt;br /&gt;Inquieta, olhou em torno. Os ramos se balançavam, as sombras vacilavam no chão. Um pardal ciscava na terra. E de repente, com mal-estar, pareceu-lhe ter caído numa emboscada. Fazia-se no Jardim um trabalho secreto do qual ela começava a se aperceber. &lt;br /&gt;Nas árvores as frutas eram pretas, doces como mel. Havia no chão caroços secos cheios de circunvoluções, como pequenos cérebros apodrecidos. O banco estava manchado de sucos roxos. Com suavidade intensa rumorejavam as águas. No tronco da árvore pregavam-se as luxuosas patas de uma aranha. A crueza do mundo era tranqüila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos. &lt;br /&gt;Ao mesmo tempo que imaginário — era um mundo de se comer com os dentes, um mundo de volumosas dálias e tulipas. Os troncos eram percorridos por parasitas folhudas, o abraço era macio, colado. Como a repulsa que precedesse uma entrega — era fascinante, a mulher tinha nojo, e era fascinante. &lt;br /&gt;As árvores estavam carregadas, o mundo era tão rico que apodrecia. Quando Ana pensou que havia crianças e homens grandes com fome, a náusea subiu-lhe à garganta, como se ela estivesse grávida e abandonada. A moral do Jardim era outra. Agora que o cego a guiara até ele, estremecia nos primeiros passos de um mundo faiscante, sombrio, onde vitórias-régias boiavam monstruosas. As pequenas flores espalhadas na relva não lhe pareciam amarelas ou rosadas, mas cor de mau ouro e escarlates. A decomposição era profunda, perfumada... Mas todas as pesadas coisas, ela via com a cabeça rodeada por um enxame de insetos enviados pela vida mais fina do mundo. A brisa se insinuava entre as flores. Ana mais adivinhava que sentia o seu cheiro adocicado... O Jardim era tão bonito que ela teve medo do Inferno. &lt;br /&gt;Era quase noite agora e tudo parecia cheio, pesado, um esquilo voou na sombra. Sob os pés a terra estava fofa, Ana aspirava-a com delícia. Era fascinante, e ela sentia nojo. &lt;br /&gt;Mas quando se lembrou das crianças, diante das quais se tornara culpada, ergueu-se com uma exclamação de dor. Agarrou o embrulho, avançou pelo atalho obscuro, atingiu a alameda. Quase corria — e via o Jardim em torno de si, com sua impersonalidade soberba. Sacudiu os portões fechados, sacudia-os segurando a madeira áspera. O vigia apareceu espantado de não a ter visto. &lt;br /&gt;Enquanto não chegou à porta do edifício, parecia à beira de um desastre. Correu com a rede até o elevador, sua alma batia-lhe no peito — o que sucedia? A piedade pelo cego era tão violenta como uma ânsia, mas o mundo lhe parecia seu, sujo, perecível, seu. Abriu a porta de casa. A sala era grande, quadrada, as maçanetas brilhavam limpas, os vidros da janela brilhavam, a lâmpada brilhava — que nova terra era essa? E por um instante a vida sadia que levara até agora pareceu-lhe um modo moralmente louco de viver. O menino que se aproximou correndo era um ser de pernas compridas e rosto igual ao seu, que corria e a abraçava. Apertou-o com força, com espanto. Protegia-se tremula. Porque a vida era periclitante. Ela amava o mundo, amava o que fora criado — amava com nojo. Do mesmo modo como sempre fora fascinada pelas ostras, com aquele vago sentimento de asco que a aproximação da verdade lhe provocava, avisando-a. Abraçou o filho, quase a ponto de machucá-lo. Como se soubesse de um mal — o cego ou o belo Jardim Botânico? — agarrava-se a ele, a quem queria acima de tudo. Fora atingida pelo demônio da fé. A vida é horrível, disse-lhe baixo, faminta. O que faria se seguisse o chamado do cego? Iria sozinha... Havia lugares pobres e ricos que precisavam dela. Ela precisava deles... Tenho medo, disse. Sentia as costelas delicadas da criança entre os braços, ouviu o seu choro assustado. Mamãe, chamou o menino. Afastou-o, olhou aquele rosto, seu coração crispou-se. Não deixe mamãe te esquecer, disse-lhe. A criança mal sentiu o abraço se afrouxar, escapou e correu até a porta do quarto, de onde olhou-a mais segura. Era o pior olhar que jamais recebera. Q sangue subiu-lhe ao rosto, esquentando-o. &lt;br /&gt;Deixou-se cair numa cadeira com os dedos ainda presos na rede. De que tinha vergonha? &lt;br /&gt;Não havia como fugir. Os dias que ela forjara haviam-se rompido na crosta e a água escapava. Estava diante da ostra. E não havia como não olhá-la. De que tinha vergonha? É que já não era mais piedade, não era só piedade: seu coração se enchera com a pior vontade de viver. &lt;br /&gt;Já não sabia se estava do lado do cego ou das espessas plantas. O homem pouco a pouco se distanciara e em tortura ela parecia ter passado para o lados que lhe haviam ferido os olhos. O Jardim Botânico, tranqüilo e alto, lhe revelava. Com horror descobria que pertencia à parte forte do mundo — e que nome se deveria dar a sua misericórdia violenta? Seria obrigada a beijar um leproso, pois nunca seria apenas sua irmã. Um cego me levou ao pior de mim mesma, pensou espantada. Sentia-se banida porque nenhum pobre beberia água nas suas mãos ardentes. Ah! era mais fácil ser um santo que uma pessoa! Por Deus, pois não fora verdadeira a piedade que sondara no seu coração as águas mais profundas? Mas era uma piedade de leão. &lt;br /&gt;Humilhada, sabia que o cego preferiria um amor mais pobre. E, estremecendo, também sabia por quê. A vida do Jardim Botânico chamava-a como um lobisomem é chamado pelo luar. Oh! mas ela amava o cego! pensou com os olhos molhados. No entanto não era com este sentimento que se iria a uma igreja. Estou com medo, disse sozinha na sala. Levantou-se e foi para a cozinha ajudar a empregada a preparar o jantar. &lt;br /&gt;Mas a vida arrepiava-a, como um frio. Ouvia o sino da escola, longe e constante. O pequeno horror da poeira ligando em fios a parte inferior do fogão, onde descobriu a pequena aranha. Carregando a jarra para mudar a água - havia o horror da flor se entregando lânguida e asquerosa às suas mãos. O mesmo trabalho secreto se fazia ali na cozinha. Perto da lata de lixo, esmagou com o pé a formiga. O pequeno assassinato da formiga. O mínimo corpo tremia. As gotas d'água caíam na água parada do tanque. Os besouros de verão. O horror dos besouros inexpressivos. Ao redor havia uma vida silenciosa, lenta, insistente. Horror, horror. Andava de um lado para outro na cozinha, cortando os bifes, mexendo o creme. Em torno da cabeça, em ronda, em torno da luz, os mosquitos de uma noite cálida. Uma noite em que a piedade era tão crua como o amor ruim. Entre os dois seios escorria o suor. A fé a quebrantava, o calor do forno ardia nos seus olhos. &lt;br /&gt;Depois o marido veio, vieram os irmãos e suas mulheres, vieram os filhos dos irmãos. &lt;br /&gt;Jantaram com as janelas todas abertas, no nono andar. Um avião estremecia, ameaçando no calor do céu. Apesar de ter usado poucos ovos, o jantar estava bom. Também suas crianças ficaram acordadas, brincando no tapete com as outras. Era verão, seria inútil obrigá-las a dormir. Ana estava um pouco pálida e ria suavemente com os outros. Depois do jantar, enfim, a primeira brisa mais fresca entrou pelas janelas. Eles rodeavam a mesa, a família. Cansados do dia, felizes em não discordar, tão dispostos a não ver defeitos. Riam-se de tudo, com o coração bom e humano. As crianças cresciam admiravelmente em torno deles. E como a uma borboleta, Ana prendeu o instante entre os dedos antes que ele nunca mais fosse seu. &lt;br /&gt;Depois, quando todos foram embora e as crianças já estavam deitadas, ela era uma mulher bruta que olhava pela janela. A cidade estava adormecida e quente. O que o cego desencadeara caberia nos seus dias? Quantos anos levaria até envelhecer de novo? Qualquer movimento seu e pisaria numa das crianças. Mas com uma maldade de amante, parecia aceitar que da flor saísse o mosquito, que as vitórias-régias boiassem no escuro do lago. O cego pendia entre os frutos do Jardim Botânico. &lt;br /&gt;Se fora um estouro do fogão, o fogo já teria pegado em toda a casa! pensou correndo para a cozinha e deparando com o seu marido diante do café derramado. &lt;br /&gt;— O que foi?! gritou vibrando toda. &lt;br /&gt;Ele se assustou com o medo da mulher. E de repente riu entendendo:&lt;br /&gt;  — Não foi nada, disse, sou um desajeitado. Ele parecia cansado, com olheiras. &lt;br /&gt;Mas diante do estranho rosto de Ana, espiou-a com maior atenção. Depois atraiu-a a si, em rápido afago. &lt;br /&gt;— Não quero que lhe aconteça nada, nunca! disse ela. &lt;br /&gt;— Deixe que pelo menos me aconteça o fogão dar um estouro, respondeu ele sorrindo. &lt;br /&gt;Ela continuou sem força nos seus braços. Hoje de tarde alguma coisa tranqüila se rebentara, e na casa toda havia um tom humorístico, triste. É hora de dormir, disse ele, é tarde. Num gesto que não era seu, mas que pareceu natural, segurou a mão da mulher, levando-a consigo sem olhar para trás, afastando-a do perigo de viver. &lt;br /&gt;Acabara-se a vertigem de bondade. &lt;br /&gt;E, se atravessara o amor e o seu inferno, penteava-se agora diante do espelho, por um instante sem nenhum mundo no coração. Antes de se deitar, como se apagasse uma vela, soprou a pequena flama do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Texto extraído no livro “Laços de Família”, Editora Rocco – Rio de Janeiro, 1998, pág. 19, incluído entre “Os cem melhores contos brasileiros do século”, Editora Objetiva – Rio de Janeiro, 2000, seleção de Ítalo Moriconi.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-5525034156951052788?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/5525034156951052788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=5525034156951052788' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/5525034156951052788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/5525034156951052788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/06/amor-clarice-lispector.html' title='AMOR - Clarice Lispector'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-1685345357510190158</id><published>2007-06-21T12:11:00.000-07:00</published><updated>2007-06-21T12:12:40.204-07:00</updated><title type='text'>Pensamento do dia...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Clarice Lispector&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-1685345357510190158?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/1685345357510190158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=1685345357510190158' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/1685345357510190158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/1685345357510190158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/06/pensamento-do-dia.html' title='Pensamento do dia...'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-2955145108416428097</id><published>2007-06-19T12:43:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T17:08:43.358-08:00</updated><title type='text'>Meu amor, meu amigo, meu homem, meu tudo!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/Rng3BIu0LII/AAAAAAAAAAc/VYop0rA4M2Q/s1600-h/Arraial+do+Cabo.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077869072523472002" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/Rng3BIu0LII/AAAAAAAAAAc/VYop0rA4M2Q/s200/Arraial+do+Cabo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dia... desses que você se depara com uma vida longa, mas sem expectativas. Um destino até bonito, mas sem amor. Pois é! Foi assim que me sentia num sábado, dia 29 de janeiro de 2005. Então, me uni a uma amiga que estava na mesma situação que eu e partimos para a localidade de Falcão, distrito de Quatis. O fim do mundo, para ser mais exata. Era o Pré-Carnaval de Falcão, que acontecia naquela ocasião e do qual eu havia escrito uma matéria para o jornal Diário do Vale - quando eu era repórter.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O interessante é que a matéria levou o Leo para aquele lugar, numa noite chuvosa e fria. O Leonardo Godinho, um rapaz de 24 anos na época, estudante de Administração de Empresas da UFRJ, conquistador nato não só de amigos, como também de mulheres. Quem diria hein, que o destino conspirasse a nosso favor como conspirou, levando os dois para o mesmo lugar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entre uma bebida e outra, uma conversa e outra, surge uma briga entre um casal de amigos meu e na tentativa de ajudar acabei encontrando o Leo no meio da multidão. Com jeito maroto e todo cheio de delicadesas, ele chegou e se apresentou. Uma graça! Conversamos e então surgiu o primeiro beijo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu não imaginava que dali surgiria a pessoa que mudaria toda a minha vida. No dia seguinte, cheia de ressaca, mas já no aniversário de uma amiga, contei o ocorrido a um grupo de amigos, que disseram era apenas amor de carnaval.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas este amor cresceu e contrariou todas as expectativas. E nele eu achei uma pessoa amiga, companheira e carinhosa. Meu amor, amigo, meu Homem! Companheiro de todas as horas, meu ponto de apoio e porto seguro. Pessoa que está comigo em todas as horas - difíceis ou não, alegres ou não. Homem com quem construí minha vida e minha nova história e com quem eu tenho minha filhinha, que é uma mistura de Ana e Léo, Léo e Ana... a Luana!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Léo, amor... te amo como nunca amei ninguém. Te amo pra sempre! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-2955145108416428097?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/2955145108416428097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=2955145108416428097' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/2955145108416428097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/2955145108416428097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/06/meu-amor-meu-amigo-meu-homem-meu-tudo.html' title='Meu amor, meu amigo, meu homem, meu tudo!'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/Rng3BIu0LII/AAAAAAAAAAc/VYop0rA4M2Q/s72-c/Arraial+do+Cabo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-2488631800693088793</id><published>2007-06-19T11:16:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T17:08:43.578-08:00</updated><title type='text'>Doçura e esperteza</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RngxCou0LHI/AAAAAAAAAAU/D_oskBzFbPU/s1600-h/LUANA+25B.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077862501223509106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RngxCou0LHI/AAAAAAAAAAU/D_oskBzFbPU/s200/LUANA+25B.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Certo dia, por volta das 14h35min, eis que chega ao mundo, pesando 3.335kg e medindo 47 cm, uma menininha chamada Luana. Hoje, com cinco meses e 70cm e pesando pouco mais de sete quilos, ela começa a conhecer e reconhecer o mundo. Há alguns meses ela aprendeu a fazer sons com a boca... o barulhinho do carro, da abelha (acho que nem com uma onomatopéia bem escrita eu conseguiria descrever o som). O ultimo foi o "dá dá dá dá", que aliás, ela pronuncia quando está brava.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na semana passada, Luana descobriu como ela pode virar e ficar de bruços (com o peito e o rosto para baixo). Que linda! Descobriu como virar, mas não como desvirar. Daí veio o choro, que até agora, é a única forma que ela tem de mostrar que está descontente com alguma coisa. Porém, não foram precisos muitos dias, aliás, nem foram necessárias muitas horas para ela conseguir rolar em cima da cama. Ah! Que perigo! Mas para ela, uma conquista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na última segunda-feira, leivei-a para tomar vacina. Chegou na clínica e quis sentar-se no meu colo, próximo à mesa. Colocou as mãozinhas sobre a mesa e ficou prestando atenção em tudo, inclusive na enfermeira que ia lhe aplicar a vacina. Como é uma criança muito simpática, esbanjava sorrisos. Tadinha! Na hora da vacina, ela soltou um choro sentido, daqueles que a gente sabe que a criança está sentindo dor. Mas não passou muito tempo e lá estava ela a sorrir novamente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tomada a vacina é hora de ir para a creche. Lá, ela não via a hora de entrar e brincar com os coleguinhas. Tem três semanas que ela entrou para a creche - ou melhor - no Centro Educacional Espaço Verde, lá na Vila Santa Cecília, em Volta Redonda. Acompanhei sua adaptação na sua primeira semana. Pasmem! Nem era preciso, já que ela ficou tão encantada com os brinquedos e os demais bebês, que ficou quietinha e não deu trabalho nenhum. Na verdade, acho que eu estava mais nervosa do que ela, afinal, protelei tanto para matricula-la em uma creche. Arrumei uma, duas babás... Com todas ela se adaptou, mas mesmo assim não deu certo. Com essa minha experiência com babás começo a pensar o quanto a juventude não se amarra em trabalho, bem, mas isso é um assunto para outro dia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Luana então ficou na creche. Não deu trabalho nenhum. No dia da natação, quando todo mundo achava que ela ia chorar, que nada, brincou e deu muitos sorrisos. Que coisa interessante essa de ser mãe. O amor de uma mãe começa quando surge a notícia da chegada de um bebê. Confesso que, quando recebi a notícia fiquei sem saber o que pensar. Acho que foi o susto, afinal, ser mãe é um presente que acarreta muitas responsabilidades. O fato é: ser mãe da Luana é um misto de alegrias e descobertas. É muito amor gente. Não tem como descrever, como falar... tem como apenas sentir. Sentimento que cresce a cada dia. Hoje posso dizer que: a minha filha é a coisa mais perfeita que eu já fiz na vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bjkas para todos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-2488631800693088793?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/2488631800693088793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=2488631800693088793' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/2488631800693088793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/2488631800693088793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/06/doura-e-esperteza.html' title='Doçura e esperteza'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RngxCou0LHI/AAAAAAAAAAU/D_oskBzFbPU/s72-c/LUANA+25B.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-8672670266718253020</id><published>2007-06-15T12:46:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T17:08:43.701-08:00</updated><title type='text'>SER MÃE!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RnLt74u0LGI/AAAAAAAAAAM/1c5NVTowDeY/s1600-h/Sou+linda+cÃ³pia1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076381343096777826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RnLt74u0LGI/AAAAAAAAAAM/1c5NVTowDeY/s200/Sou+linda+c%C3%B3pia1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de ser mãe, eu fazia e comia refeições quentes&lt;br /&gt;Eu usava roupas sem manchas e tinha conversas calmas ao telefone.&lt;br /&gt;Antes de ser mãe,&lt;br /&gt;Eu dormia tão tarde quanto eu quisesse e nunca me preocupava com que horas iria para a cama.&lt;br /&gt;Eu escovava meus cabelos e tomava banho sem pressa.&lt;br /&gt;Antes de ser mãe,&lt;br /&gt;Minha casa estava limpa todos os dias.&lt;br /&gt;Eu nunca tropeçava em brinquedos, ou pensava em canções de ninar.&lt;br /&gt;Antes de ser mãe,Eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas.&lt;br /&gt;Eu nem sabia que existiam protetores de tomada...&lt;br /&gt;Antes de ser mãe,&lt;br /&gt;Ninguém nunca tinha vomitado ou feito xixi em mim.&lt;br /&gt;Eu nunca tinha sido beliscada por dedinhos de unhas finas.&lt;br /&gt;Ninguém tinha me molhado.&lt;br /&gt;Antes de ser mãe,&lt;br /&gt;Eu tinha controle de minha mente, dos meus pensamentos, do meu corpo e do meu tempo.&lt;br /&gt;Eu dormia a noite toda!!!!!&lt;br /&gt;Antes de ser mãe,&lt;br /&gt;Eu nunca tinha segurado uma criança chorando para que pudesse fazer exames ou aplicar vacinas.&lt;br /&gt;Eu nunca havia experimentado a maravilhosa sensação de amamentar e saciar um bebê faminto.&lt;br /&gt;Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.&lt;br /&gt;Eu nunca tinha ficado tão gloriosamente feliz por causa de um simples sorriso.&lt;br /&gt;Eu nunca tinha sentado tarde da noite só para admirar um bebê dormindo.&lt;br /&gt;Eu nunca tinha segurado um bebê dormindo só porque eu não queria deixá-lo.&lt;br /&gt;Eu nunca havia sentido meu coração se quebrar em um milhão de pedaços porque eu não pude parar uma dor.&lt;br /&gt;Eu nunca imaginaria que um ser tão pequenino pudesse afetar tanto a minha vida.&lt;br /&gt;Eu nunca soube que eu amaria ser mãe...&lt;br /&gt;Antes de ser mãe,&lt;br /&gt;Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora de meu corpo.&lt;br /&gt;Eu não conhecia a força do amor entre uma mãe e seu filho.&lt;br /&gt;Antes de ser mãe,&lt;br /&gt;Eu não conhecia o calor, a alegria, o amor, a preocupação, a plenitude, ou a satisfação de ser mãe.&lt;br /&gt;Eu não sabia que era capaz de sentir tudo isso com tanta intensidade e de amar alguém assim tão incondicionalmente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por tudo e, apesar de tudo, obrigada DEUS, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Obrigada por me permitir ser MÃE.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-8672670266718253020?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/8672670266718253020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=8672670266718253020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/8672670266718253020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/8672670266718253020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/06/ser-mae-antes-de-ser-me-eu-fazia-e.html' title='SER MÃE!!!'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4I6P7GA_dGk/RnLt74u0LGI/AAAAAAAAAAM/1c5NVTowDeY/s72-c/Sou+linda+c%C3%B3pia1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2800775312825217653.post-4545444275961289825</id><published>2007-06-15T12:28:00.000-07:00</published><updated>2007-06-15T12:45:12.785-07:00</updated><title type='text'>Para começar...</title><content type='html'>Olá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Palavras ao vento" é um espaço destinado à exposição de idéias, opiniões e até mesmo para relatar o meu cotidiano. Quem sou, de onde veio, para onde vou? Quem são as pessoas que me cercam? Como é o ambiente em que vivo e o que acontece dentro e fora dele? São tantos questionamentos!&lt;br /&gt;Por essa razão vou jogar minhas palavras ao vento. Se você quiser pode ler e até mesmo copiá-las. Se não, basta deixá-las voar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem sou eu?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sou Ana Lúcia de Oliveira, tenho 27 anos e sou jornalista, além de mãe da pequena Luana, esposa do Léo e dona-de-casa. São muitas atribuições para uma pessoa só, confesso! Mas qual mulher não tem todas estas e algumas mais pinduradas em seu nome e pessoa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De onde venho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sou natural de Mococa, interior de São Paulo. Atualmente moro em Volta Redonda, localizada no Sul do estado do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para onde vou?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente!!!!??? Não sei, quero ir pra casa todos os dias curtir minha família. Quando não estou em casa, quero estar no trabalho - que aliás - gosto muito de desempenhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem são as pessoas que me cercam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As melhores possíveis e, mesmo que eu tenha desafetos... Fazer o que? nem tudo é perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é o ambiente em que vivo e o que acontece fora dele?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vivo num ambiente cheio de problemas, aliás, acredito que os problemas nos fazem crescer. Outra coisa: quem é que não tem problemas? A não ser a minha filha Luana, que tem 5 anos de idade, saúde e pais que a amam muito. Mesmo assim, existem várias outras crianças na idade dela, que não tem nada disso. O que acontece fora do meu ambiente são muitas coisas. Dificil listar, mas são boas e na maioria ruins. Sobre essas coisas (boas e ruins) vou falar aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, vou colocar uma foto da Luana... lindaaaaaaaaaa!!!!! Não me canso de olhar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2800775312825217653-4545444275961289825?l=palavrasaoventoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/feeds/4545444275961289825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2800775312825217653&amp;postID=4545444275961289825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/4545444275961289825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2800775312825217653/posts/default/4545444275961289825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasaoventoana.blogspot.com/2007/06/para-comear.html' title='Para começar...'/><author><name>Ana Lúcia de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07460798790148575018</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
